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quarta-feira, 25 de maio de 2011
QUEM FISCALIZA ? Texto sobre o novo codigo florestal
Meus amigos, o novo código florestal foi aprovado na câmara dos deputados e agora segue para apreciação do Senado federal. Pois bem. !
Para que se esclareça, o código florestal brasileiro foi elaborado em 1965 e a 12 anos que o nosso congresso nacional tentar instituir um novo texto.
Entretanto este código versa sobre limitações de áreas, anistias de produtores que tenham desmatado até 2008 permaneçam como está, que pequenos produtores rurais, cujas propriedades sejam de até quatro módulos fiscais ( variável que vai até 400 hectares) não precisarão recompor as reservas legais, entre outros.
Controvérsias e mobilizações a parte, surge a questão: Quem vai vigiar a nossa Amazonia ? O que o governo federal tem a oferecer ? O IBAMA não tem estrutura e homens suficientes para coibir o desmatamento uma vez que este é acelerado. Empresários madeireiros vivem disso, extração ilegal, desmatamento, corrupção nos postos de fiscalização, se aproveitando da já sabida falta de fiscalização e continuarão a se sobrepor a este novo código exatamente pela fragilidade da execução.
Enquanto isso, no Sul do Pará, as mortes continuam. Ativistas e ambientalistas arriscam suas vidas em prol de um objetivo nobre onde já sabemos o final da história: a bala corre solta e o que é pior: A justiça demora muito para engaiolar o pistoleiro e seus mandantes, que continuam a dominar a terra sob a batuta do medo e da exploração nativa. Ou seja, estamos saindo do nada para lugar nenhum ! Quem fiscaliza?
quinta-feira, 5 de maio de 2011
A DIVISÃO DO PARÁ
Amigos de leitura, o assunto é polêmico mas vale uma reflexão fria e consciente.
A divisão do Estado do Pará a muito tempo é propagada onde até plebiscito já ocorreu, tendo a maioria dito NÃO a divisão do Estado.
A proposta é dividir o estado em 2: Carajás e Tapajós.
A maior riqueza do Pará hoje esta no sul, com as cidades de Marabá, Parauapebas, Redenção.
A câmara esta em vias de aprovar um novo plebiscito, onde a capital do Tapajós seria Santarém, com 275.000 habitantes e do estado de Carajás, sem definição, mas havendo uma tendencia a ser a cidade de Marabá ou Parauapebas, mas com a primeira tendo mais chances, possuindo o futuro Estado um total de habitantes em mais de 1,4 milhão de pessoas.
O Estado do Pará é muito grande, com extensão territorial de 1.247.689,515 Km2
Pauta de exportações do Pará - anualmente, principais produtos
- 1º minério de ferro - 31,1%
- 2º alumínio - 22,2%
- 3º madeiras - 13,5%
- 4º minérios de alumínio - 8,3%
- 5º outros minerais - 7,9%
- 6º caulim - 7,1%
- 7º celulose - 4,1%
- 8º pimenta - 2%
Em contrapartida o governo do Estado deve urgenciar a integração do 2.o maior Estado do País, sob pena de perder a questão e onerar os cofres do Governo federal, que pode gastar mais de R$ 3,5 bilhões para custear a divisão.
Por um lado a idéia de melhorar a vida dos paraenses do Sul do Pará e da região do tapajós è salutar, mas a cultura paraense se perde. Nem tanto pelo Tapajós, e sim pelo Sul do Pará que nao tem nada de Pará, já que é uma região habitada por cidadãos de varios lugares do sudeste e centro oeste do Brasil.
De Pará não tem nada, é um outro Estado dentro do Pará, inegavelmente.
Entretanto a questão territorial é o que mais dificulta as ações. Um exemplo: Altamira, situada a quase 500 km de Marabá, é o maior municipio do MUNDO ! Estando a quase 800 Km de Belém, bem distante da capital. Altamira se fosse um País seria o 91.o mais extenso do mundo. Se fosse um Estado Brasileiro seria o 16.o maior, um pouco maior do que o Estado do Ceará e do Acre, desta feita a divisão é um caso que deve ser analisado se for para beneficio da maioria.
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