Amigos de leitura, o assunto é polêmico mas vale uma reflexão fria e consciente.
A divisão do Estado do Pará a muito tempo é propagada onde até plebiscito já ocorreu, tendo a maioria dito NÃO a divisão do Estado.
A proposta é dividir o estado em 2: Carajás e Tapajós.
A maior riqueza do Pará hoje esta no sul, com as cidades de Marabá, Parauapebas, Redenção.
A câmara esta em vias de aprovar um novo plebiscito, onde a capital do Tapajós seria Santarém, com 275.000 habitantes e do estado de Carajás, sem definição, mas havendo uma tendencia a ser a cidade de Marabá ou Parauapebas, mas com a primeira tendo mais chances, possuindo o futuro Estado um total de habitantes em mais de 1,4 milhão de pessoas.
O Estado do Pará é muito grande, com extensão territorial de 1.247.689,515 Km2
Pauta de exportações do Pará - anualmente, principais produtos
- 1º minério de ferro - 31,1%
- 2º alumínio - 22,2%
- 3º madeiras - 13,5%
- 4º minérios de alumínio - 8,3%
- 5º outros minerais - 7,9%
- 6º caulim - 7,1%
- 7º celulose - 4,1%
- 8º pimenta - 2%
Em contrapartida o governo do Estado deve urgenciar a integração do 2.o maior Estado do País, sob pena de perder a questão e onerar os cofres do Governo federal, que pode gastar mais de R$ 3,5 bilhões para custear a divisão.
Por um lado a idéia de melhorar a vida dos paraenses do Sul do Pará e da região do tapajós è salutar, mas a cultura paraense se perde. Nem tanto pelo Tapajós, e sim pelo Sul do Pará que nao tem nada de Pará, já que é uma região habitada por cidadãos de varios lugares do sudeste e centro oeste do Brasil.
De Pará não tem nada, é um outro Estado dentro do Pará, inegavelmente.
Entretanto a questão territorial é o que mais dificulta as ações. Um exemplo: Altamira, situada a quase 500 km de Marabá, é o maior municipio do MUNDO ! Estando a quase 800 Km de Belém, bem distante da capital. Altamira se fosse um País seria o 91.o mais extenso do mundo. Se fosse um Estado Brasileiro seria o 16.o maior, um pouco maior do que o Estado do Ceará e do Acre, desta feita a divisão é um caso que deve ser analisado se for para beneficio da maioria.

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